A ordem partiu do Delegado Geral da instituição,
diante da falta de armamento para que os novos servidores possam sair às
ruas para o combate à criminalidade. Neste ano, o Ceará já registra
2.779 assassinatos
A formatura dos novos policiais civis ocorreu há um mês e até agora eles não receberam suas armas |
Uma
grave denúncia circula nas redes sociais envolvendo novamente o setor
da Segurança Pública do Estado do Ceará. Por falta de armas, cerca de 560
policiais civis (inspetores e escrivães) recém-empossados pelo
governador Camilo Santana (PT) estão impedido de exercer suas atividades
de rua.
Sem armas para a defesa pessoal e para enfrentar a bandidagem, os policiais foram orientados pela direção da instituição, à permanecerem em casa até que as armas sejam compradas. Até lá, receberão salários sem trabalhar.
A ordem para que os novos policiais fiquem apenas “à disposição” de seus respectivos departamentos, foi assinada pelo delegado geral da Polícia Civil do Ceará, Everardo Lima, que seguiu determinação do secretário da Segurança, delegado André Costa, e este, do governador Camilo Santana.
O ofício de Everado Lima, de número 754/2018-GDGPC, foi reproduzido pelos diretores dos departamentos de Polícia do Interior/DPI (Norte e Sul), de Polícia Metropolitana (DPM) e de Polícia Especializada (DPE).
A ordem é para “os novos policiais civis, recém-empossados, exercerão suas atividades, em delegacias, somente após o recebimento do devido armamento”, ressalta o documento.
Ociosos
Desse modo, 372 novos inspetores e 188 escrivães ficarão em casa recebendo salários do estado sem trabalhar. O documento não se refere aos novos 86 delegados que também foram empossados no cargo no último dia 20 de junho.
Enquanto o estado paga salários para um efetivo policial que não pode trabalhar por falta de armamento, as delegacias de Polícia da Capital e da Região Metropolitana, além dos departamentos e divisões, acumulam milhares de inquéritos policiais que apuram crimes de toda a ordem, principalmente, casos de furtos, roubos e assassinatos.
Entre os dias 1º de janeiro e 19 de julho, o Ceará já registrou 2.779 homicídios, latrocínios e lesões corporais que resultaram em óbito, os chamados Crimes Violentos, Letais e Intencionais (CVLIs).
Confira o documento
Via Ceará News 7
Sem armas para a defesa pessoal e para enfrentar a bandidagem, os policiais foram orientados pela direção da instituição, à permanecerem em casa até que as armas sejam compradas. Até lá, receberão salários sem trabalhar.
A ordem para que os novos policiais fiquem apenas “à disposição” de seus respectivos departamentos, foi assinada pelo delegado geral da Polícia Civil do Ceará, Everardo Lima, que seguiu determinação do secretário da Segurança, delegado André Costa, e este, do governador Camilo Santana.
O ofício de Everado Lima, de número 754/2018-GDGPC, foi reproduzido pelos diretores dos departamentos de Polícia do Interior/DPI (Norte e Sul), de Polícia Metropolitana (DPM) e de Polícia Especializada (DPE).
A ordem é para “os novos policiais civis, recém-empossados, exercerão suas atividades, em delegacias, somente após o recebimento do devido armamento”, ressalta o documento.
Ociosos
Desse modo, 372 novos inspetores e 188 escrivães ficarão em casa recebendo salários do estado sem trabalhar. O documento não se refere aos novos 86 delegados que também foram empossados no cargo no último dia 20 de junho.
Enquanto o estado paga salários para um efetivo policial que não pode trabalhar por falta de armamento, as delegacias de Polícia da Capital e da Região Metropolitana, além dos departamentos e divisões, acumulam milhares de inquéritos policiais que apuram crimes de toda a ordem, principalmente, casos de furtos, roubos e assassinatos.
Entre os dias 1º de janeiro e 19 de julho, o Ceará já registrou 2.779 homicídios, latrocínios e lesões corporais que resultaram em óbito, os chamados Crimes Violentos, Letais e Intencionais (CVLIs).
Confira o documento
Via Ceará News 7
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